segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Reunião de pais.

Esta lembrança foi confeccionada pela professora Larissa, minha companheira de sala no ensino integral durante o ano de 2011. As crianças a decoraram e colocaram algumas balas dentro. As caixinhas foram distribuídas no término da nossa primeira reunião com os pais na escola.
























quinta-feira, 11 de março de 2010

EDUCAÇÃO AMBIENTAL.

CONSCIÊNCIA VERDE, UM DEVER DE TODOS.
Assim como a doença é um dos maiores niveladores sociais, o mesmo parece ser quanto à questão dos males que afligem a saúde de nosso planeta. As mudanças climáticas oriundas do aquecimento global (maremotos, tornados, furacões, enchentes, secas, etc...) não delimitam fronteiras entre ricos e pobres.
Se as grandes corporações e os bilionários de nossa terra, somados às figuras públicas de expressão e quaisquer outros simpatizantes da causa ambiental não se unirem na demanda firme de mudanças de gestão governamental e empresarial, estaremos todos em maus lençóis.
De nada adiantará ter ricas contas bancárias e magníficos bens imóveis se as condições de desfrute forem as piores. As propriedades paradisíacas e as ilhas particulares serão tão afetadas quanto as palafitas de seus vizinhos menos abastados.
É normal que num ambiente seguro e tranquilo não imaginemos como as coisas realmente possam ser, mas é muito provável que num futuro próximo tenhamos um cenário de calamidade e miséria. A solução é possível. Requer vontade e é necessária.
Está ao alcance dos poderosos de nosso mundo a decisão de mudar, crescer, somar esforços, ajudar, melhorar e pressionar os órgãos competentes exigindo mudanças e, assim, garantir a manutenção da qualidade de vida.
Educar nossos jovens, resgatando valores e princípios, respeitar e amar a natureza e vigiar a ética são necessidades para um coabitar saudável entre todos os seres vivos e ainda tentar "correr atrás" dos prejuízos já causados ao meio ambiente.
Os grandes problemas da sociedade como a pobreza, fome, injustiça, opressão, tirania e a insanidade não acabarão com os progressos incríveis da ciência e tecnologia, da medicina e da compreensão do universo.
A razão pela qual essas calamidades continuam e até aumentam se deve a um problema de ordem moral e ética de nossa sociedade e não científica ou tecnológico. A ciência, por si só, frusta na sua incapacidade de resolver problemas de nossa época que não são de natureza científica. Também não são problemas de solução intelectual.
Texto: Patrícia de Orleans e Bragança.
Bacharel em Biologia pela Universidade Federal de Brasília (UnB)
Publicado em: Revista Mundo Verde Brasil, edição nº 03 janeiro/fevereiro/março/abril.

ITENS DE AUXÍLIO

Respeite os problemas alheios sem interferir neles, a menos que a sua cooperação seja solicitada.
Não pronuncie palavras que ofendam e depreciem.
Quanto possível, dê sempre alguma frase de consolo e esperança a quem sofre.
Não se faça estação de pessimismo ou desânimo.
Esqueça o mal que receba e nunca faça a cobrança do bem que tenha podido distribuir.
Não impulsione para a frente qualquer questão desagradável.
O trabalho no desempenho do seu dever é o capital que lhe valoriza as orações.
Lembre-se da parcela de socorro que sempre devemos aos companheiros mais necessitados que nós mesmos.
Quanto possível faça algo ou algo aprenda de útil para que seu dia de hoje seja melhor que o de ontem.
Nunca se esqueça de que todas as vantagens ou benefícios que desfrutemos da vida são empréstimos de Deus.

André Luiz

Médium: Francisco Cândido Xavier
Do Livro Momentos de Ouro - Editora GEEM

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

IDIOMA VIRTUAL

AS TRANSFORMAÇÕES NA LINGUAGEM DOS ADOLESCENTES
Imagine uma menina que, aos 12 anos, diz faltarem apenas três meses para se tornar adolescente. Isto poque leu em algum lugar que a adolescência vai dos 12 aos 18 anos. Mas aos 11 anos trocou a frase "Obrigada!" por "Valeu!", o que, segundo ela, "aprendeu com os colegas". Aos poucos, acompanhado outros sinais, vem também a mudança de linguagem. É a adolescência que, no fundo, pensamos que deveria demorar mais para chegar, mas bate à nossa porta cada vez mais cedo nos dias atuais.
E na escrita, os torpedos no celular, os blogs, os e-mails, o ICQ, MSN, orkut, twitter e outros sites de relacionamento trazem uma nova linguagem, e começa a nossa preocupação com a "linguagem dos adolescentes". Será que eles colocariam em uma redação de vestibular algo como "kra", "vlw" ou "og" (traduzindo, "cara", "valeu" ou "hoje")? E afinal, que linguagem é esta?
Muitos educadores não se preocupam porque na prática parece que a maioria dos jovens sabe diferenciar a hora certa de usar as "novidades linguísticas" que aprende. em geral, os adolescentes não usam nas escolas a "linguagem da rede". Outros educadores se preocupam e muito, refletindo sobre a incapacidade que estes estudantes podem apresentar para as relações fora da Internet. Qual seria então o motivo desta linguagem? Como garantir que seu filho a separe da linguagem dos "não adolescentes"?
O ser humano busca um significado para a sua vida e o seu mundo, e a linguagem é um instrumento que colabora e muito neste processo. A criação de línguas especiais vem ao encontro da necessidade de pertencer a um grupo, de mostrar sua identidade. E estes termos usados na Internet podem até parecer gíria, mas não são exatamente. A linguagem do adolescente na Internet surge de uma necessidade: a por exemplo, pressa. Tudo é rápido para eles, é urgente, é para ontem... E os novos vocábulos dão sentido a isto. No pensamento deles, por exemplo, por que motivo escrever "não", tendo que acrescentar o "til", se é mais rápido escrever "naum"? E os jovens se adaptam rapidamente, para pertecerem ao grupo.
Mas fora deste ambiente eles precisam escrever dentro dos padrões. Devem entender que a linguagem é para o outro, e é uma forma de comunicação com o mundo, com as pessoas á sua volta. E o que os ajuda nesta diferenciação é a capacidade de leitura. Não existe uma linguagem universal e o que vale é a nossa capacidade de adaptação. o jovem precisa compreender que é necessário se adaptar, como um médico que usa termos especiais ao conversar com colegas de profissão, mas adapta sua linguagem aos pacientes para ser compreendido.
Antes de criticar o jovem, podemos fazer com que perceba a realidade, que entenda que a linguagem virtual tem seus objetivos, mas é específica para este ambiente. Para quem adora ler, é só uma questão de praticidade e de saber a hora certa de usar a linguagem mais formal.
O caminho para ser uma pessoa que se adapta com facilidade às novas formas de comunicação é a alta capacidade de leitura. Quem lê bem não renuncia à gramática, não corre o risco de perder sua capacidade de expressão e é capaz de se transportar por diversas linguagens. Quem lê muito é capaz de manter sua qualidade de estudo, sua visão de futuro, sua capacidade de fazer reflexões e sua escrita formal.
O que forma uma escrita de qualidade é a ampliação da capacidade de leitura de seu interlocutor. Asssim, se seu filho escreve em um e-mail "kra", "vlw", mas lê livros expressivos, com vocabuçário elaborado, você não precisa se preocupar. Incentive a leitura de seu filho e ele será uma pessoa capaz de se comunicar cada vez melhor, tanto na Internet , quanto fora dela.
Fonte: Info Educação. Boletim Informativo para pais e alunos do Kumon do Brasil.
Fevereiro a Abril/2010.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Os dois menores e MELHORES contos de fadas do mundo!!!



1.-) Conto de fadas para mulheres do séc. 21

Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:

- Você quer casar comigo?

Ele respondeu: NÃO!

E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela.

O rapaz ficou barrigudo, careca, o p.... caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.

FIM!!!

(Luís Fernando Veríssimo)



2.-) Conto de fadas para mulheres do séc. 21

Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.

Então, a rã pulou para o seu colo e disse: - Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...

E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: - Nem f......!

FIM!!!

(Luís Fernando Veríssimo)

* Obrigada Profº Ítalo pela contribuição.


 

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